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Calçados… Uma Paixão Irresistível!

O 1º e maior blog sobre calçados da internet brasileira…

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Tag: sapato

Tipos de Botas: Spat Boot – Este tipo de bota origina-se do acessório Spat, que por sua vez é a junção das botas a este acessório em uma única peça. Spat foi muito utilizado no final do século XIX e início do século XX e consistia em um acessório que semelhante a uma polaina que era introduzida sobre as botas, ou sapatos fossem eles masculinos, ou femininos e tratam-se de espécie similar as polainas, só que mais curtas e com aberturas nas laterais externas, que possuem fechamento por botões, sendo o modelo mais tradicional com uma coluna de três botões por peça. As Spats são utilizadas até hoje é utilizado como um acessório sobressalente a muitos calçados de segurança, como por exemplo, muitas fundições de metais, em soldas elétricas, serralherias e serrarias, logicamente estas Spats são confeccionadas em materiais resistentes, para que proporcionem a devida proteção. Em virtude de tudo isto não demorou a moda incorporar este acessório diretamente aos calçados e principalmente às botas, tenham elas as mais variações de tamanhos de canos.

As principais características destes calçados estão em seus fechamentos laterais, que partem das partes internas dos pés e pernas e transpassam estes chegando as partes externas, sendo seus fechamento efetuados por colunas simples de botões, botões estes, muitas vezes em cores contrastantes aos materiais predominantes dos cabedais, independente das alturas dos canos. Muitos afirmam que o detalhe trata-se de uma sobre lingueta, que transpassa o dorso do pé e fixa-se na parte externa deste através de botões contrastantes. É muito comum encontrarmos não somente modelos onde os botões sejam em cores contrastantes, mas também estas espécies de linguetas em cores diferentes aos bicos, ou traseiros, o que torna estas modelos bicolores.

Este estilo é de calçado é muito relacionado ao período Vitoriano, sendo considerado um retro bastante requintado devido à riqueza do período relacionado. Até hoje este estilo de calçado, ou o acessório Spat é utilizado em fardas e uniformes de gala em vários países em suas forças armadas, além de bandas e fanfarras.

Tipos de Botas: Wetsuit Boot – Este tipo de bota é destinado aos esportes aquáticos, tais como: Surf, windsurfe, canoagem, mergulho e outros e tem como objetivo de proteger os pés de superfícies ásperas, pontiagudas, ou ainda de superfícies lisas, a fim de evitar escorregões, o calçados ainda tem a propriedade de absorver a água e mesmo assim ainda manter a temperatura dos pés.

As principais características destes calçados está na confecção em neoprene, que em temperaturas mais frias varia em torno de 5 a 6 mm, já em climas mais amenos a variação de espessura gira em torno de 2 a 3,5mm, em seu solado geralmente há um reforço que pode ser apenas formado por uma camada mais espessa de neoprene, ou mesmo uma película de borracha, com ranhuras, ou superfície irregular a fim de proporcionar maior estabilidade em superfícies lisas, ou ásperas como corais, rochas, ou em decks de embarcações a base de fibra de vidro, ou similar. Muitas vezes podemos encontrar modelos com reforço nos calcanhares, os modelos mais altos que avançam sobre a perna podem conter fechamentos por zíperes, ou mesmo velcro, já as que não ultrapassam o tornozelo, geralmente não tem sistema de fechamento, uma vez que o neoprene proporciona flexibilidade que permite a entrada dos pés, sem a necessidade de um sistema de abertura e fechamento.

Este tipo de bota deve proporcionar um mínimo de proteção aos pés, além de manter a temperatura destes, não devendo interferir, ou no mínimo interferir o mínimo possível na mobilidade do atleta, ou usuário.

O cientista é movido pela curiosidade e passa a vida à procura de problemas para solucioná-los. Foi diante de mais um desafio que a dupla de professores da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP) João Francisco Justo Filho e Francisco Javier Ramirez Fernandez descobriram a palmilha “inteligente”, capaz de regular a temperatura dos pés. A patente já foi depositada no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) e pode ser classificada como patente em julgamento e o protótipo estão sendo construído em laboratório.

João Justo, bacharel e mestre em física pela USP, Ph.D. pelo Massachsetts Institute of Technology (MIT), revela que a ideia surgiu em 2007, quando esteve como professor visitante na University of Minnesota, em Minneapolis, nos Estados Unidos e deparou-se com um problema. Ele conta que a região norte dos EUA tem um inverno bastante rigoroso, com temperaturas chegando a cerca de 25 graus negativos de novembro a abril. Um dos grandes problemas do frio é caminhar, já que as calçadas são geladas e se sente muito frio na parte inferior dos pés.

A solução óbvia é usar sapato reforçado, com sola bastante grossa e isolante térmico. Mas o professor lembra que essa saída implica em outro obstáculo: Nos ambientes interiores, o aquecimento deixa a temperatura perto de 25 graus. “Assim indo de um ambiente exterior para um interior, ou vice-versa, há variação de temperatura de aproximadamente 50 graus”, explica. Portanto, o sapato reforçado e isolante, conveniente para as áreas exteriores seria totalmente inconveniente para as interiores. O que as pessoas acabam fazendo é ter dois sapatos, um para cada tipo de ambiente. “Identificado o problema, foi a partir de conversas com o professor Javier, que encontramos a solução proposta. Nossa invenção propõe uma solução única, ou seja, um sapato para as duas condições climáticas”, acrescenta João Justo.

Assim surgiu o termo palmilha “inteligente”, o sistema desenvolvido identifica a temperatura exterior do sapato como fria ou quente e permite a refrigeração dos pés nas situações apropriadas. Justo destaca que, antes do depósito da patente no INPI, eles fizeram cuidadosa pesquisa nos bancos de patentes norte-americanos, europeus e japoneses. E não existe no mundo nenhuma solução parecida com a proposta dos professores.

 

Células

Para entender melhor, João Justo procura explicar o funcionamento da palmilha “inteligente” de forma bem didática: “A palmilha faz uso de um dispositivo eletrônico, chamado células de Peltier. Essas células têm dois terminais elétricos (positivo e negativo) e duas regiões de superfície amplas (parecem bolachas, com superfícies A e B). Quando as células são polarizadas positivamente (ou seja, se coloca o terminal positivo de uma bateria no positivo da célula) a célula permite a condução de calor de um determinado lado para o outro (digamos que permite a passagem de calor somente de A para B). Invertendo a polarização da bateria, inverte-se também a direção permitida da condução de calor (de B para A)”, esclarece.

A partir daí, uma espécie de termômetro, o termopar é colocado na parte que faz contato com a sola do sapato. É ele quem identifica se o ambiente está quente ou frio. Se estiver quente, ele manda informação para um dispositivo controlador, que polariza positivamente as células de Peltier, permitindo passagem de calor da parte de dentro do sapato para a fora, refrigerando os pés. Agora, na situação inversa, se o termopar identificar que está frio, ele inverte a polarização da célula de Peltier, permitindo passagem de calor somente de fora para dentro. Como fora do sapato está frio, então a célula praticamente cria um isolamento térmico, não deixando o calor dos pés sair do sapato.

O professor lembra que ao retornar ao Brasil, no início de 2008, havia identificado o problema daquela situação, que era o sapato. Mas não tinha uma solução ainda. “A ideia se cristalizou somente no fim de 2009”.

 

Custo

A palmilha pode, em princípio, ser usada em qualquer calçado e nas mais variadas situações. Entretanto é mais conveniente para períodos em que há grandes variações de temperaturas, geralmente em países do Hemisfério Norte. “No Brasil, ela pode ter boa utilidade para pessoas idosas, que sentem mais frio nos pés”, diz.

O grande benefício apontado pelo professor com a descoberta é o “conforto térmico”. Não há previsão, no entanto, para o produto ser comercializado. Ele terá uma versão apenas inicialmente, para homens e mulheres. “Já fizemos contato com o setor industrial, mas ainda não temos ideia de quando chegará ao consumidor”.

Por outro lado, vale enfatizar que o custo para a produção em escala industrial não é exorbitante: “Os componentes do sistema não seriam tão caros, podemos estimar que um par de palmilhas custaria no máximo, R$ 50,00”. O ganho científico da descoberta? “A palmilha ‘inteligente‘ é um ganho primordialmente tecnológico”. Com todos os méritos.

“Nossa invenção propõe uma solução única, ou seja, um sapato para as duas condições climáticas, seja quente ou fria”.

João Justo é pesquisador da USP, com bacharelado em física pelo Massachusetts Institute of Technology.

 

Publicada em 24/1/2011 – Site Sindicalçados

Fonte: http://www.sindicaljau.com.br/index.php?module=Publicador&func=viewpub&tid=1&pid=6674&newlang=

Segundo o dito popular, cada um sabe onde o sapato aperta. Muitas pessoas se submetem ao desconforto e à dor por uma questão estética. Outras, porém, por simples falta de opção. Uma pesquisa da Universidade FEEVALE, intitulada A Escolha do Calçado, constatou que mais de 25% das pessoas não encontram nas lojas sapatos adequados aos seus pés. Os modelos, ou são folgados, ou são apertados, ou machucam os pés em algum ponto. São quase 50 milhões de brasileiros insatisfeitos e uma grande fatia de mercado pouco explorada pela indústria e pelo comércio.

Na atualidade, muito se fala em conforto quando o assunto é calçado. Linhas do gênero surgem cada vez mais, no entanto elas ainda não contemplam os tamanhos e os formatos diferentes dos pés. “Hoje, de cada dez pessoas, só quatro são atendidas pela numeração padrão que existe no mercado nacional”, afirma o coordenador do Laboratório de Biomecânica do Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefatos (IBTEC), Aluisio Ávila.

Ele explica que, nos pés femininos que calçam numeração 35, 36 e 37, por exemplo, o perímetro da cabeça do metatarso (parte mediana do pé) tem sete centímetros de diferença entre um pé delgado (mais fino) e um robusto (largo). Para conseguir corresponder às necessidades de todas essas consumidoras, portanto, seria necessário que fossem fabricados vários perfis de sapatos para cada numeração.

O mesmo vale para os consumidores masculinos. Ávila afirma que, para fabricar esses diferentes perfis são necessários investimentos por parte das indústrias, mas o retorno desse público é certo. Para um ganho considerável na satisfação dos clientes, as mudanças devem passar pelas fôrmas, pela região da gáspea (parte frontal do cabedal que compreende a porção que cobre desde os dedos até o peito do pé) e pelo jogo de navalhas.

O coordenador do Laboratório de Biomecânica observa que a empresas que exportam para países como Estados Unidos, Canadá e Europa já fabricam cinco perfis diferentes para cada número. Segundo ele, a partir de 2011, algumas fábricas brasileiras vão lançar esses perfis diferenciados no mercado interno. “Consumidores dos Estados Unidos e da Inglaterra têm o calçado brasileiro como muito confortável exatamente por terem acesso a esses perfis diferentes. Com as fábricas produzindo-os para o mercado interno, a tendência é que percebamos aqui também esse índice de conforto”, avalia.

Publicada em 13/1/2011 – Lia Nara Bau/Revista Lançamentos Indústria
Fonte: http://www.exclusivo.com.br/Noticias/59466/Conforto:-onde-aperta-o-sapato-do-brasileiro?.eol

Amostra da coleção Magic in Shoes – 2011.

Modelo de Bota: Ankle Boot/Open Boot

Material: Couro rigati marrom, couro napa marrom e debrum cromo metalizado ouro – Ilhoses argolas metálicas ouro – Forro sintético PU metalizado  ouro escovado – Atacadores (cadarços), poliester dourado –  Salto block em ABS pintado marrom – Solado Couroplac.

Coleção Magic in Shoes  – Outono / Inverno 2011.

Amostra da coleção Magic in Shoes – 2011.

Modelo de Bota: Ankle Boot

Material: Cetim preto – Ilhoses metálicos bronze – Forro sintético PU metalizado  bronze – Salto Carretel em ABS pintado bronze/preto – Solado Couroplac.

Coleção Magic in Shoes  – Outono / Inverno 2011.

Por Renato Butzer, advogado, especialista em Tecnologia da Informação e sócio de Souza Araujo Butzer Zanchim Advogados

“As opiniões dos consumidores sobre as empresas ficaram, por muito tempo, dispersas. A maneira de agrupá-las era contabilizar processos judiciais ou reclamações em PROCON. Isso mudou com a explosão de redes sociais como Orkut, Facebook e Twitter, acessadas por pessoas de todas as classes e idades.

Se alguém faz um comentário negativo a respeito de determinado produto ou serviço nessas redes o assunto corre como um rastilho de pólvora. Em instantes, milhares de pessoas passam a expressar sua posição sobre o comentário. Uma crítica simples é conectada com outras críticas, gerando uma enxurrada de opiniões.

As empresas estão acompanhando essa realidade. Sempre que há preocupação com a qualidade, críticas podem acabar com o futuro de um produto ou serviço. Para evitar a publicidade negativa, adotam-se cada vez mais mecanismos para responder imediatamente às mensagens dos consumidores. Diversas empresas criaram contas em redes sociais, com o claro objetivo de se aproximar de clientes. Por meio delas divulgam suas atividades e, ao mesmo tempo, prestam esclarecimentos quanto a boatos e críticas.

O dinamismo da internet propicia aos consumidores um cenário favorável. Amigos podem facilmente indicar que gostaram ou não de determinado produto, gerando uma divulgação direcionada. É a substituição do boca-a-boca pelo clique-a-clique.

O clique-a-clique tem um poder enorme. Com um clique é possível avisar todos os seus conhecidos sobre uma promoção, um defeito ou um novo restaurante. Em segundos pode-se viabilizar uma divulgação com potencial de atingir muito mais consumidores que qualquer propaganda de televisão ou jornal.

Em uma propaganda de TV o telespectador pode desconfiar da veracidade das informações e dos benefícios de um produto. Na internet, porém, tende-se a acreditar na qualidade da informação prestada por seu amigo. Daí a preocupação das empresas com a conexão das opiniões no mundo digital.

O mercado consumidor tira proveito das mudanças trazidas pelas redes sociais. Trata-se de nova ferramenta para combater práticas abusivas e, também, valorizar os bons produtos e serviços. As antigas reclamações com baixo impacto social, como cartas ou ligações ao serviço de atendimento, estão se tornando coisa do passado. Agora, a grande arma do consumidor é o clique”.

 

Publicada em 06/01/2011 – Redação Exclusivo On Line
Fonte: http://www.exclusivo.com.br/Noticias/59442/Artigo:-Redes-sociais-e-mercado-consumidor.eol

Em sua segunda coleção para a temporada outono/inverno, a marca calçadista Comfortflex – produzida pela Ramarim e com foco no segmento de conforto – mostra novidades. De acordo com a empresa, as botas contarão com salto dotado de tecnologia exclusiva de amortecimento. O componente foi desenvolvido em parceria com o laboratório de biomecânica do Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro e Calçados (IBTeC).

 “Trata-se de uma tecnologia que promove redução de 70% do impacto da pisada sobre o corpo da usuária dos calçados”, comenta o coordenador do laboratório, Aluísio Ávila. O especialista explica ainda que “o impacto na pisada acontece quando a pessoa senta o calcanhar no chão. Com a inserção deste material que absorve o impacto, podemos reduzir de forma drástica os efeitos desta pisada sobre a estrutura musculoesquelética do corpo humano”.

 

Publicada em 5/1/2011 – Redação Exclusivo On Line
Fonte: http://www.exclusivo.com.br/Noticias/59437/Comfortflex-valoriza-salto-com-amortecedor.eol

Por: Eliane Oliveira, O Globo

Duas investidas do governo brasileiro para minimizar os efeitos da valorização do real frente ao dólar já estão na ponta da agulha, todas no front externo, sem que para isso seja necessário mexer no regime de câmbio flutuante.

Em uma vertente, o governo usará pela primeira vez uma lei que permite frear importações de países que sejam parte de uma triangulação no comércio exterior. O setor calçadista deverá ser o grande contemplado. Em outra área, a ideia é estimular investimentos de empresas brasileiras lá fora.

O governo já trabalha em uma nova medida antidumping sobretaxando as importações de calçados provenientes do Vietnã, da Malásia e de Cingapura, a pedido das indústrias nacionais. O alvo é a China que, através de importadores que se beneficiam da concorrência desleal, estaria vendendo os produtos chineses no Brasil como se fossem fabricados nos três países asiáticos, que não são produtores de calçados. Assim, burlam a sobretaxa de US$ 13,85 por par, aplicada pelo governo brasileiro às aquisições chinesas.

Fonte: Blog do NOBLAT

http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2011/01/05/lei-para-frear-importacao-triangular-com-chineses-354398.asp

Tipos de Botas: Hobnailed Boot / Tackety Boot – Não pode ser dito exatamente que trata-se de um tipo de bota, mas talvez de um tipo de solado de bota, uma vez que desde a antiguidade até hoje, este tipo de solado pode ser encontrado. Na antiguidade este tipo de solado podia ser encontrado nos calçados dos soldados romanos, na idade média nos calçados mais simples dos camponeses e posteriormente nos pés dos operários, uma vez que, além de trazer mais aderência e tração, também tornava estes calçados mais duradouros. Mas recentemente no início do século XX, estes tipos de calçados, ou solados foram muito comuns nas botas de combates dos militares entrincheirados da 1ª e 2ª Guerras Mundiais, principalmente nas tropas alemãs, que utilizavam estes calçados e juntamente com a marcha chamada “passo de ganso” caracterizavam as entradas marcantes de suas tropas nas ruas cobertas por paralelepípedos nas cidades europeias.

As principais características destes calçados estão em seus solados, que detém uma série de pregos, ou tachas metálicas dispostas em determinados padrões regulares ao longo de todos os solados.  Os solados geralmente dispõem ainda de duas estruturas básicas em forma semelhante a ferraduras, que ficam dispostas nas extremidades das bordas das solas na parte no bico e no calcanhar. Vale ressaltar que a intenção dos Hobnailed é não só fornecer tração terrenos lamacentos, mas também em neve, gelo firme, terrenos pedregosos e mesmo em superfícies duras, pois afirmam que os Hobnaileds proporcionam um deslizar suave sobre estas superfícies.

Há inclusive os que afirmam que este tipo de calçados, foi o percursor das sapatilhas de atletismo e mais tarde das chuteiras e muitas botas de alpinismo, ou montanhismo.