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Calçados… Uma Paixão Irresistível!

O 1º e maior blog sobre calçados da internet brasileira…

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Tag: forma

17/37 – Marcação do cabedal ensacado/montado, pela sola para aplicação de adesivo

Aqui pode ser visto o processo de marcação do cabedal montado, onde junta-se o cabedal já devidamente ensacado, ou montado a sola e faz-se a marcação com lápis/caneta do contorno da sola, a fim de definir a área onde deverá ser aplicado o adesivo

16/37 – Conformação em forno

Aqui pode ser visto o processo de conformação, que é acelerado devido a passagem do calçado pelo forno, ou seja, devido ao aquecimento do calçado ainda na fôrma faz com que o cabedal adquira muito rapidamente o formato da fôrma, caso não houvesse a passagem do calçado pelo forno em alguns segundos, este calçado teria que descansar horas na fôrma, para que adquirisse a conformação adequada. Em algumas situações há a passagem do calçado pelo forno e logo após pelo túnel de resfriamento, o que provoca um choque térmico e acelera e intensifica ainda mais a conformação.

15/37 – Montagem à máquina

Aqui pode ser visto o processo de montagem à máquina, ou seja, por este método não é aplicado processo de ensacar o cabedal na fôrma, pois neste processo a palmilha de montagem é fixada temporariamente na fôrma, então aplica-se o adesivo na parte inferior da palmilha e nas bordar dos cabedais (cortes), após isto aponta-se o cabedal na fôrma e o leva a máquina de montagem para que esta finalize este processo.

14/37 – Rebatimento mecânico dos cabedais após o ensacamento

Aqui pode ser visto o processo de rebatimento mecânico dos cabedais após o ensacamento. Este processo consiste em deixar bem definido as bordas dos cabedais junto as bordas das fôrmas.

13/37 – Ensacar, ou enformar os cabedais

Aqui pode ser visto o processo de ensacar, ou enformar os cabedais nas fôrmas, ou seja, colocar as fôrmas dentro dos cabedais. Este processo é bastante utilizado na produção de tênis e outros calcados que têm os cabedais (cortes) prespontados (costurados) às palmilhas.

12/37 – Aquecimento dos cabedais

Aqui pode ser visto o processo de aquecimentos dos cabedais (cortes) em forno, isso possibilita um melhor ajuste no ensacamento dos cabedais nas fôrmas.

9/37 – Abastecimento da esteira

Aqui pode ser visto o processo de abastecimento da esteira de montagem (linha de produção da montagem do calçado). É juntado nas bandejas, os cabedais, solados fôrmas e outros quando necessários.

8/37 – Separação de fôrmas no abastecimento

Aqui pode ser visto o processo de separação de fôrmas em bandejas no setor de abastecimento, um dos processos que antecede o efetivo abastecimento da esteira de montagem.

4/37 – Funções auxiliares

Aqui pode ser visto rapidamente algumas funções auxiliares como, por exemplo:

  • Separação de fôrmas;
  • Separação de cabedais já conferidos;
  • Solas separadas;
  • Corte de sobre palmilhas;
  • Montagem de caixas.

No início da década de 1960, a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico conhecida pela sigla OCDE, reuniu em Madri na Espanha, uma comissão de estudo para criar um sistema único de medidas para calçados com abrangência mundial, a fim de substituir os diversos sistemas e as mais diversas interpretações destes sistemas nos mais diversos países. Esta comissão de estudos foi formada por diversos centros tecnológicos europeus, além dos técnicos europeus também participaram técnicos canadenses e sul-africanos.

Este estudo acabou por originar 30 anos após a norma Internacional ISO 9407:1991, que normatiza a numeração dos calçados criando o Sistema Mondopoint. Este sistema é adotado por alguns organismos internacionais como OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte, por vezes chamada Aliança Atlântica, é uma organização internacional de colaboração militar estabelecida em 1949 em suporte do Tratado do Atlântico Norte assinado em Washington a 4 de Abril de 1949).

Obviamente a adoção, ou a utilização deste sistema de medida por todos, ou pelo menos, por boa parte dos países não é algo muito fácil, pois isso implicaria na adoção de novos conceitos a profissionais com muita experiências, o que acarreta certa dose de resistência.

O objetivo do Sistema Mondopoint é a criação de um padrão de numeração dos calçados a ser adotada mundialmente, em virtude disto a eliminação de vários sistemas de medidas e suas interpretações eliminando assim, problemas técnicos e comerciais existentes no mercado calçadista.

A unidade de medida do Sistema Mondopoint é o milímetro, sendo que na questão comprimento do Mondopoint, também pode ser aplicado um código como meio de complementar a informação. A progressão, que é o intervalo entre uma e outra numeração, no Sistema Mondopoint são de 5mm e de 7,5mm.

  • A progressão de 5mm no comprimento deve ser aplicada em fôrmas que tenham um maior nível de precisão no calce;
  • A progressão de 7,5mm no comprimento pode ser aplicada em fôrmas que exijam menos precisão de calce.

Em relação à progressão de 7,5mm, como o sistema expressa uma numeração cheia, o mesmo é arredondado para menos a cada 2 números.

Na questão do perímetro (largura circular metatarso e falangina, correspondente a parte mais larga, ou a circunferência desta região), o Sistema Mondopoint utiliza 3 opções de tamanho, que detém a proporcionalidade em relação ao comprimento, logo as fôrmas, ou calçados podem ser identificados com o percentual do perímetro em relação ao comprimento do número em questão, sendo que estes percentuais podem ser: 90%, 95% e 100%.