Em uma pesquisa no Youtube acabei por encontrar um vídeo muito interessante e bem didático, para quem quer conhecer melhor o processo produtivo dos calçdos e principalmente o processo produtivo do couro.
O Vídeo foi criado pela Wedge Calçados.
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O Vídeo foi criado pela Wedge Calçados.
Em uma pesquisa no Youtube acabei por encontrar um vídeo muito interessante e bem didático, para quem quer conhecer melhor o processo produtivo dos calçdos e principalmente o processo produtivo do couro.
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Tipos de Botas: Peep Ankle – Este modelo de bota, nada mais é do que a fusão das Ankle Boots e dos Peep Toes, ou se preferirem uma divisão das Ankle Boots em uma nova subdivisão. Assim o hit dos invernos da última década do século XX e a da primeira década do século XXI as Ankle Boots acabaram por tornar-se mais delicadas com a incorporação da feminilidade retro dos anos de 1940, por meio dos Peep Toes. Assim o ar um pouco masculinizado trazido pelo militarismo a qual remete as Ankle boots fica ainda mais atenuado e tende a desaparecer mais rapidamente com o uso intenso e o passar dos tempos.
As principais caraterísticas deste modelo é a fusão dos abotinados de cano muito curto, que não ultrapassam em muito os tornozelos, as Ankle Boots e a principal característica dos Peep Toes, que é de um calçado de bico levemente aberto, que deixa as pontas dos dedos dos pés amostra.
O modelo é indicado para pessoas de tornozelos finos e de maior estatura com pernas alongadas, uma vez que o modelo achata a silhueta.
A nomenclatura peep ankle vem de idioma inglês, que significa:
Amostra da coleção Donattella Veronezzi– Primavera/Verão 2012/2013.
Modelo: Sapato Ankle Strep
Material: Couro nobuck old black e Cromo pink, centim pink, forro rosa plush - Fivela dourada – Salto pintado em ABS – Sola couroplac preto.
Coleção Donattella Veronezzi – Primavera / Verão 2012 – 2013.
Amostra da coleção Donattella Veronezzi– Primavera/Verão 2012/2013.
Modelo: Sandália Ankle Strep
Material: Couro analina sea blue, green piscine e couro metalizado liquid gold – Fivela dourada – Forro PU testurizado areia – Salto pintado – Sola couroplac bege – Strass de cristais e Pradra cristal lapidada.
Coleção Donattella Veronezzi – Primavera / Verão 2012 – 2013.
Fonte: Portal Exclusivo On line
Publicada em 22/3/2012 – Lia Nara Bau / Jornal Exclusivo
Link: http://exclusivo.com.br/Noticias/61246/Entrevista:-Stockler,-especialista-em-mkt.eol
Assim como qualquer empresa, um estabelecimento comercial precisa de gestão de seus processos. Com a concorrência acirrada e o próprio consumidor exigindo cada vez mais das marcas e dos pontos de venda, torna- se fundamental traçar planos estratégicos para que a loja vença a concorrência e apareça no mercado. “Sem um bom plano, bem fundamentado, a chance é mais de desaparecer do que crescer”, enfatiza o sócio-diretor da ba}Stockler, empresa especializada em consultoria de varejo, Luis Henrique Stockler (São Paulo/SP).
Stockler é graduado em Administração de Empresas pela FGV, especializado em Marketing pela ESPM e com MBA’s de Gestão pelo ITA/ESPM e pela FIA/USP. Ele iniciou sua carreira corporativa na construção civil, comercializando materiais de construção, implementando e gerenciando projetos imobiliários.
Em 1994, ingressou na indústria de varejo e franquias, trabalhando como diretor comercial em várias redes varejistas como: Hering,TNG,Victor Hugo, Wall Street Institute e Multicoisas. Em 2002, iniciou seu trabalho como consultor em diversos projetos relacionados ao varejo e franquias e, em 2008, abriu sua própria empresa de consultoria especializada em estratégias para varejo e distribuição.
Luis é palestrante credenciado na Associação Brasileira de Franchising (ABF) e, na área acadêmica, ministra aulas de gerenciamento de franquias e marketing na FIA/PROVAR e gerenciamento imobiliário para varejo na FGV-SP. Como sócio-diretor da ba}Stockler é responsável pela elaboração de estratégias empresariais e coaching de gestão aos clientes. Em entrevista ao jornal Exclusivo, ele fala sobre franquias e administração do varejo.
Jornal Exclusivo – Qual a importância do planejamento estratégico para o varejo?
Luis Henrique Stockler – É fundamental fazer. As margens têm diminuído a cada dia, a competição com produtos cada vez mais baratos (muitos deles vindos da China), o aumento dos custos de ocupação (como shoppings a valores absurdos), a carga tributária e os custos de mão de obra são os principais pontos. Isso tudo faz com que o ganho de escala, ou seja, crescer, não seja uma opção, mas uma necessidade. Sem um bom plano, bem fundamentado, a chance é mais de desaparecer do que crescer.
Exclusivo - Como você avalia o mercado de franquias hoje no Brasil? Quais as perspectivas?
Stockler - Esse mercado cresce a dois dígitos há anos e vai prosseguir assim pelos próximos três anos, no mínimo. No entanto, as redes, em sua maioria, necessitam evoluir nos processos de gestão para obter melhores resultados. Métricas, acompanhamento e avaliação de resultados dos franqueados, descrição de função, meritocracia, entre outros processos de gestão, têm de ser implantados e aculturados no dia a dia das redes. Com as margens caindo, essa é a maior necessidade.
Exclusivo - Como administrar uma equipe de vendedores no varejo? Quais são hoje as maiores dificuldades?
Stockler - O trabalho de vendedor no varejo sempre foi considerado um bico. Na situação de quase pleno emprego, formar e reter talento requer planejamento e profissionalização, o que não é comum na maioria das redes de franquias. Estas ainda confundem Departamento Pessoal com Recursos Humanos. A dificuldade não é administrar os vendedores, mas sim entender suas necessidades e anseios, adequar os processos internos de gestão de RH à realidade do mercado e gerir tudo isso de forma dinâmica. De novo voltamos à falta de processos internos nas empresas franqueadoras.
Brothel Creeper / Trepadeiras de Bordel – este modelo foi característico dos soldados que serviram durante a 2ª Guerra Mundial nos desertos do Norte da África, onde estes militares utilizavam botas de combates específicas para o clima e meio ambiente, também conhecidas como desert boots. Quanto ao nome dado a este tipo de calçado, o Brothel Creeper ou Trepadeiras de Bordel deveu-se segundo muitos, ao fato de que: Muitos destes militares que serviam ao Norte da África, ao deixarem suas unidades militares encaminhavam-se para as casas noturnas em Londres, ainda utilizando as mesmas botas de combate com grossos solados de borracha crepe, assim sendo ficaram conhecidas como “Trepadeiras de Bordéis”.
Este modelo originalmente possuía como características principais solados de maciços de borracha crepe com espessura entre 3 e 5 centímetros e na sua maioria de altura única, ou seja, sem elevação na base traseira do solado, por muitos chamados de tacão ou até saltos, essa espessura acentuada do solado em borracha crepe servia como isolante térmico das areias escaldantes do deserto e outros terrenos áridos e escaldantes. O modelo ainda tinha como característica seus cabedal confeccionado em couro camurça, tendo seu fechamento efetuado por cadarços e canos não muito elevados.
Logicamente durante o decorrer dos anos e décadas, estes calçados ganham diversas variações de modelos e formatos, mas sua característica marcante é sem dúvida alguma, seus grossos solados de borracha crepe.
Nos anos de 1950, com a subcultura britânica da décadas de 1950 e 1970, que era tipificada pelos jovens masculinos que utilizavam-se de vestuário inspirados nos estilos da era Eduardiana (corresponde ao período de 1901 a 1910 no Reino Unido, durante o reinado do Rei Eduardo VII), que estilistas como Savile Row haviam tentado re-introduzir, após a Segunda Guerra Mundial, o estilo espalhou-se rapidamente pelo Reino Unido, ficando associada ao rock and roll e ao rockabilly tocado por músicos norte-americanos. . Este estilo de calçado foi desenvolvido em 1949 por George Cox e comercializados sob a marca “Hamilton”, nome do meio do conhecido George Cox Jr.
Os Brothel Creeper recuperam sua popularidade nos anos de 1970, quando Malcolm McLaren vendeu de sua “Let it Rock” loja em London Road Kings. Os Teddy Boys eram seus clientes óbvios, mas a Brothel Creeper ou Trepadeira de Bordel, provaram ser mais populares entre os clientes regulares, isto quando a McLaren e sua parceira Vivienne Westwood mudaram a loja de moda mais rocker-oriented.
Estes calçados ainda foram utilizados por outras subculturas como: Indie, ska, punk, new wavers, psychobilly, greasers, goth e a japonesa visual kei.
Com o aumento da popularidade da cultura ou subcultura grunge, estes calçados tiveram destaques na década de 1990 e até mesmo durante 2011, quando a cantora Rhiana utilizou-se de um destes modelos.

Toe Shoes /Calçados de Dedos – trata-se um modelo de calçado bastante peculiar, uma vez que ao ser visualizado pela primeira vez, com certeza não passa por despercebido. Este tipo de calçados surge na primeira década do século XXI, sendo até chama por alguns de: “O calçados do século XXI”, num mercado onde quase todas as opções de novos modelos parecem esgotadas, eis que surge por volta de 2006, o Toe Shoe ou Calçados de Dedos.
O modelo em questão trata de calçado com uma forma muito, mas muito semelhante a dos pés, tal qual nenhum outro modelo aproxima-se tanto, pois este é composto de compartimentos individuais para cada um dos dedos, ou seja, “um calçado com cinco dedos em cada pés”, isso mesmo, um calçado com cinco dedos por pé, geralmente produzido em neoprene ou semelhantes o que facilita o calce devido a elasticidade, já que na maioria dos modelos não existe sistema de fechamento, embora alguns modelos já utilizem tiras de velcro, ou engates rápidos com presilhas, além de um solado muito fino e flexível e antiderrapante de borracha ou termoplásticos, Logicamente muitas variações ainda surgirão. Estima-se que hoje exista cerca de uma dezena de empresas que produzem este tipo de calçado, porém acredita-se que isto será uma crescente para os próximos tempos, porém ainda é difícil definir se isto é, ou será apenas um modismo, ou se realmente veio para fica, mas alguns dos grandes fabricantes de calçados esportivos já incorporaram em suas linhas de produção tal modelo, como por exemplo, a Fila.
Uma recente campanha publicitária da Fila, inicialmente em outdoors onde é exibido um modelo do Toe Shoes, pergunta : “ Que diabos é isto?”. É bastante provável que a campanha queira despertar no público, a curiosidade em conhecer melhor este novo produto.
O fato é que trata-se de uma forma inovadora para os calçados e isso despertou o interesse por alguns esportistas amadores adeptos a corridas que relatam uma sensação muito agradável de correr ou caminhar descalços, mas com uma proteção para as solas dos pés. Também despertou o interesse por muitos militares americanos, que vinham aderindo a este tipo de calçado com bastante intensidade, porém o comando das forças armadas americana proibiu a utilização destes calçados pelos integrantes de suas forças militares, alegando que tratava-se de um modismo bastante descontraído e os militares deveriam manter a impressão de seriedade na composição de seus trajes e personalidades, logicamente isto tem gerado muita controvérsia nas forças armadas e mesmo fora dela.

Boat Shoes /Sapatos de Barco – sendo este modelo tão semelhante ao aos mocassins dos indígenas pele-vermelhas norte americanos fica difícil dizer que este modelo de calçado não seja derivado deles, porém este modelo de calçado é atribuído ao norte americano Paul Sperry em 1935, Paul era o irmão mais velho do autor e ilustrador Armstrong Sperry. O modelo em questão foi criado com a marca Top-Sider, que passou a ser desde então a marcar original do Boat Shoes ou Sapatos de Barcos.
Sperry era um ávido velejador, que como tantos outros sofriam frequentes riscos de lesões durante o deslocamento no convés escorregadio de seu barco. Porém durante um dia de intenso inverno na cidade de Connecticut – EUA, Paul observou a incrível capacidade de seu cão de equilibrar-se e deslocar-se sobre o gelo do intenso inverno, sem muitas dificuldades. Foi a partir desta percepção, que Sperry passou a observar melhor o padrão das fissuras, sulcos e textura das patas de seu cocker e ocorreu-lhe a ideia de projetar um calçado específico para velejadores.
Então destas percepções e necessidade de Paul surge o projeto de um calçado com:
Logo o calçado de Sperry rapidamente tornou-se popular entre velejadores não só para o seu solado antiderrapante exclusivo, mas também pela sua cor branca, o que impedia o caçado de deixar marcas no convés de um barco, que na sua ampla maioria são na cor branca.
O sapato permaneceu um produto de nicho até 1939, quando a Marinha dos EUA negociou o direito de fabricar o sapato para os seus marinheiros. Como resultado do contrato com a Marinha, negócio Sperry foi adquirido pela empresa Rubber Co. EUA, que em seguida comercializou o calçado em todos os Estados Unidos.
As constantes evoluções dos calçados esportivos, principalmente o tênis têm sido bastante ampliada, desde a última década do século XX e principalmente nesta primeira década do século XXI.
Dentre as evoluções estão às segmentações, que buscam produtos cada vez mais específicos para cada modalidade esportiva, onde muitas modalidades são novamente subdivididas para a criação de calçados ainda mais específicos, como por exemplo, no caso dos “Tênis Running/Corrida”. Tudo isto possibilita uma melhoria de desempenho, conforto e durabilidade.
Estes investimentos em pesquisas sejam biomecânicas, inovação em materiais e componentes e outros acabam por gerar altos investimentos, que tendem a serem repassados aos produtos finais, o que acabam por gerar calçados com preços relativamente altos se comparados com outros segmentos de calçados.
Todas estas evoluções geradas pelos maciços investimentos resultam em calçados de alta tecnologia, que proporcionam aos usuários melhores performances e uma maior integridade física.
Diante de tantas opções disponíveis em calçados esportivos é primordial identificar o tipo de calçado ideal para cada atividade física e para isto, existem sete características básicas inerentes às marcas ou tecnologias aplicadas aos calçados, que devem ser levadas em consideração, que são: