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Calçados… Uma Paixão Irresistível!

O 1º e maior blog sobre calçados da internet brasileira…

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Category: Diversos

Estou aqui neste dia 01/04/2011, embora para muitos, conhecido como o dia da mentira, mas essa é mais pura verdade, no mês de março superamos a marca de 20.000 visitas/mês, assim gostaria de agradecer a todos que de uma forma, ou outra acabaram por tornar isso possível, sendo só nos 3 primeiros meses do ano ultrapassamos a marca de 55.000 visitas. Algo para mim inimaginável, quando surgiu a ideia de criar um blog, pois hoje acumulamos mais de 247.000 visitas desde a criação.

Muito Obrigado a Todos!

Abraço,
Fábio Marcelo Espíndula.
Designer de Calçados
Especialista em Criação e Gestão de Moda.

O cientista é movido pela curiosidade e passa a vida à procura de problemas para solucioná-los. Foi diante de mais um desafio que a dupla de professores da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP) João Francisco Justo Filho e Francisco Javier Ramirez Fernandez descobriram a palmilha “inteligente”, capaz de regular a temperatura dos pés. A patente já foi depositada no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) e pode ser classificada como patente em julgamento e o protótipo estão sendo construído em laboratório.

João Justo, bacharel e mestre em física pela USP, Ph.D. pelo Massachsetts Institute of Technology (MIT), revela que a ideia surgiu em 2007, quando esteve como professor visitante na University of Minnesota, em Minneapolis, nos Estados Unidos e deparou-se com um problema. Ele conta que a região norte dos EUA tem um inverno bastante rigoroso, com temperaturas chegando a cerca de 25 graus negativos de novembro a abril. Um dos grandes problemas do frio é caminhar, já que as calçadas são geladas e se sente muito frio na parte inferior dos pés.

A solução óbvia é usar sapato reforçado, com sola bastante grossa e isolante térmico. Mas o professor lembra que essa saída implica em outro obstáculo: Nos ambientes interiores, o aquecimento deixa a temperatura perto de 25 graus. “Assim indo de um ambiente exterior para um interior, ou vice-versa, há variação de temperatura de aproximadamente 50 graus”, explica. Portanto, o sapato reforçado e isolante, conveniente para as áreas exteriores seria totalmente inconveniente para as interiores. O que as pessoas acabam fazendo é ter dois sapatos, um para cada tipo de ambiente. “Identificado o problema, foi a partir de conversas com o professor Javier, que encontramos a solução proposta. Nossa invenção propõe uma solução única, ou seja, um sapato para as duas condições climáticas”, acrescenta João Justo.

Assim surgiu o termo palmilha “inteligente”, o sistema desenvolvido identifica a temperatura exterior do sapato como fria ou quente e permite a refrigeração dos pés nas situações apropriadas. Justo destaca que, antes do depósito da patente no INPI, eles fizeram cuidadosa pesquisa nos bancos de patentes norte-americanos, europeus e japoneses. E não existe no mundo nenhuma solução parecida com a proposta dos professores.

 

Células

Para entender melhor, João Justo procura explicar o funcionamento da palmilha “inteligente” de forma bem didática: “A palmilha faz uso de um dispositivo eletrônico, chamado células de Peltier. Essas células têm dois terminais elétricos (positivo e negativo) e duas regiões de superfície amplas (parecem bolachas, com superfícies A e B). Quando as células são polarizadas positivamente (ou seja, se coloca o terminal positivo de uma bateria no positivo da célula) a célula permite a condução de calor de um determinado lado para o outro (digamos que permite a passagem de calor somente de A para B). Invertendo a polarização da bateria, inverte-se também a direção permitida da condução de calor (de B para A)”, esclarece.

A partir daí, uma espécie de termômetro, o termopar é colocado na parte que faz contato com a sola do sapato. É ele quem identifica se o ambiente está quente ou frio. Se estiver quente, ele manda informação para um dispositivo controlador, que polariza positivamente as células de Peltier, permitindo passagem de calor da parte de dentro do sapato para a fora, refrigerando os pés. Agora, na situação inversa, se o termopar identificar que está frio, ele inverte a polarização da célula de Peltier, permitindo passagem de calor somente de fora para dentro. Como fora do sapato está frio, então a célula praticamente cria um isolamento térmico, não deixando o calor dos pés sair do sapato.

O professor lembra que ao retornar ao Brasil, no início de 2008, havia identificado o problema daquela situação, que era o sapato. Mas não tinha uma solução ainda. “A ideia se cristalizou somente no fim de 2009”.

 

Custo

A palmilha pode, em princípio, ser usada em qualquer calçado e nas mais variadas situações. Entretanto é mais conveniente para períodos em que há grandes variações de temperaturas, geralmente em países do Hemisfério Norte. “No Brasil, ela pode ter boa utilidade para pessoas idosas, que sentem mais frio nos pés”, diz.

O grande benefício apontado pelo professor com a descoberta é o “conforto térmico”. Não há previsão, no entanto, para o produto ser comercializado. Ele terá uma versão apenas inicialmente, para homens e mulheres. “Já fizemos contato com o setor industrial, mas ainda não temos ideia de quando chegará ao consumidor”.

Por outro lado, vale enfatizar que o custo para a produção em escala industrial não é exorbitante: “Os componentes do sistema não seriam tão caros, podemos estimar que um par de palmilhas custaria no máximo, R$ 50,00”. O ganho científico da descoberta? “A palmilha ‘inteligente‘ é um ganho primordialmente tecnológico”. Com todos os méritos.

“Nossa invenção propõe uma solução única, ou seja, um sapato para as duas condições climáticas, seja quente ou fria”.

João Justo é pesquisador da USP, com bacharelado em física pelo Massachusetts Institute of Technology.

 

Publicada em 24/1/2011 – Site Sindicalçados

Fonte: http://www.sindicaljau.com.br/index.php?module=Publicador&func=viewpub&tid=1&pid=6674&newlang=

Segundo o dito popular, cada um sabe onde o sapato aperta. Muitas pessoas se submetem ao desconforto e à dor por uma questão estética. Outras, porém, por simples falta de opção. Uma pesquisa da Universidade FEEVALE, intitulada A Escolha do Calçado, constatou que mais de 25% das pessoas não encontram nas lojas sapatos adequados aos seus pés. Os modelos, ou são folgados, ou são apertados, ou machucam os pés em algum ponto. São quase 50 milhões de brasileiros insatisfeitos e uma grande fatia de mercado pouco explorada pela indústria e pelo comércio.

Na atualidade, muito se fala em conforto quando o assunto é calçado. Linhas do gênero surgem cada vez mais, no entanto elas ainda não contemplam os tamanhos e os formatos diferentes dos pés. “Hoje, de cada dez pessoas, só quatro são atendidas pela numeração padrão que existe no mercado nacional”, afirma o coordenador do Laboratório de Biomecânica do Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefatos (IBTEC), Aluisio Ávila.

Ele explica que, nos pés femininos que calçam numeração 35, 36 e 37, por exemplo, o perímetro da cabeça do metatarso (parte mediana do pé) tem sete centímetros de diferença entre um pé delgado (mais fino) e um robusto (largo). Para conseguir corresponder às necessidades de todas essas consumidoras, portanto, seria necessário que fossem fabricados vários perfis de sapatos para cada numeração.

O mesmo vale para os consumidores masculinos. Ávila afirma que, para fabricar esses diferentes perfis são necessários investimentos por parte das indústrias, mas o retorno desse público é certo. Para um ganho considerável na satisfação dos clientes, as mudanças devem passar pelas fôrmas, pela região da gáspea (parte frontal do cabedal que compreende a porção que cobre desde os dedos até o peito do pé) e pelo jogo de navalhas.

O coordenador do Laboratório de Biomecânica observa que a empresas que exportam para países como Estados Unidos, Canadá e Europa já fabricam cinco perfis diferentes para cada número. Segundo ele, a partir de 2011, algumas fábricas brasileiras vão lançar esses perfis diferenciados no mercado interno. “Consumidores dos Estados Unidos e da Inglaterra têm o calçado brasileiro como muito confortável exatamente por terem acesso a esses perfis diferentes. Com as fábricas produzindo-os para o mercado interno, a tendência é que percebamos aqui também esse índice de conforto”, avalia.

Publicada em 13/1/2011 – Lia Nara Bau/Revista Lançamentos Indústria
Fonte: http://www.exclusivo.com.br/Noticias/59466/Conforto:-onde-aperta-o-sapato-do-brasileiro?.eol

Por Renato Butzer, advogado, especialista em Tecnologia da Informação e sócio de Souza Araujo Butzer Zanchim Advogados

“As opiniões dos consumidores sobre as empresas ficaram, por muito tempo, dispersas. A maneira de agrupá-las era contabilizar processos judiciais ou reclamações em PROCON. Isso mudou com a explosão de redes sociais como Orkut, Facebook e Twitter, acessadas por pessoas de todas as classes e idades.

Se alguém faz um comentário negativo a respeito de determinado produto ou serviço nessas redes o assunto corre como um rastilho de pólvora. Em instantes, milhares de pessoas passam a expressar sua posição sobre o comentário. Uma crítica simples é conectada com outras críticas, gerando uma enxurrada de opiniões.

As empresas estão acompanhando essa realidade. Sempre que há preocupação com a qualidade, críticas podem acabar com o futuro de um produto ou serviço. Para evitar a publicidade negativa, adotam-se cada vez mais mecanismos para responder imediatamente às mensagens dos consumidores. Diversas empresas criaram contas em redes sociais, com o claro objetivo de se aproximar de clientes. Por meio delas divulgam suas atividades e, ao mesmo tempo, prestam esclarecimentos quanto a boatos e críticas.

O dinamismo da internet propicia aos consumidores um cenário favorável. Amigos podem facilmente indicar que gostaram ou não de determinado produto, gerando uma divulgação direcionada. É a substituição do boca-a-boca pelo clique-a-clique.

O clique-a-clique tem um poder enorme. Com um clique é possível avisar todos os seus conhecidos sobre uma promoção, um defeito ou um novo restaurante. Em segundos pode-se viabilizar uma divulgação com potencial de atingir muito mais consumidores que qualquer propaganda de televisão ou jornal.

Em uma propaganda de TV o telespectador pode desconfiar da veracidade das informações e dos benefícios de um produto. Na internet, porém, tende-se a acreditar na qualidade da informação prestada por seu amigo. Daí a preocupação das empresas com a conexão das opiniões no mundo digital.

O mercado consumidor tira proveito das mudanças trazidas pelas redes sociais. Trata-se de nova ferramenta para combater práticas abusivas e, também, valorizar os bons produtos e serviços. As antigas reclamações com baixo impacto social, como cartas ou ligações ao serviço de atendimento, estão se tornando coisa do passado. Agora, a grande arma do consumidor é o clique”.

 

Publicada em 06/01/2011 – Redação Exclusivo On Line
Fonte: http://www.exclusivo.com.br/Noticias/59442/Artigo:-Redes-sociais-e-mercado-consumidor.eol

Em sua segunda coleção para a temporada outono/inverno, a marca calçadista Comfortflex – produzida pela Ramarim e com foco no segmento de conforto – mostra novidades. De acordo com a empresa, as botas contarão com salto dotado de tecnologia exclusiva de amortecimento. O componente foi desenvolvido em parceria com o laboratório de biomecânica do Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro e Calçados (IBTeC).

 “Trata-se de uma tecnologia que promove redução de 70% do impacto da pisada sobre o corpo da usuária dos calçados”, comenta o coordenador do laboratório, Aluísio Ávila. O especialista explica ainda que “o impacto na pisada acontece quando a pessoa senta o calcanhar no chão. Com a inserção deste material que absorve o impacto, podemos reduzir de forma drástica os efeitos desta pisada sobre a estrutura musculoesquelética do corpo humano”.

 

Publicada em 5/1/2011 – Redação Exclusivo On Line
Fonte: http://www.exclusivo.com.br/Noticias/59437/Comfortflex-valoriza-salto-com-amortecedor.eol

Por: Eliane Oliveira, O Globo

Duas investidas do governo brasileiro para minimizar os efeitos da valorização do real frente ao dólar já estão na ponta da agulha, todas no front externo, sem que para isso seja necessário mexer no regime de câmbio flutuante.

Em uma vertente, o governo usará pela primeira vez uma lei que permite frear importações de países que sejam parte de uma triangulação no comércio exterior. O setor calçadista deverá ser o grande contemplado. Em outra área, a ideia é estimular investimentos de empresas brasileiras lá fora.

O governo já trabalha em uma nova medida antidumping sobretaxando as importações de calçados provenientes do Vietnã, da Malásia e de Cingapura, a pedido das indústrias nacionais. O alvo é a China que, através de importadores que se beneficiam da concorrência desleal, estaria vendendo os produtos chineses no Brasil como se fossem fabricados nos três países asiáticos, que não são produtores de calçados. Assim, burlam a sobretaxa de US$ 13,85 por par, aplicada pelo governo brasileiro às aquisições chinesas.

Fonte: Blog do NOBLAT

http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2011/01/05/lei-para-frear-importacao-triangular-com-chineses-354398.asp

Olá!

 Não poderia deixar de agradecer e agradecer muito, aos amigos, colaboradores e visitantes, que consolidaram o Sucesso de nosso Blog: Calçados… Uma Paixão Irresistível! , neste ano que passou de 2010, onde obtivemos mais de 165.000 visitantes, logicamente perto de muitos sites e outros blogs, o número possa não ter tanta expressão, mas que para mim representa muito.

Gostaria de reafirmar nosso compromisso, de que neste ano de 2011 estaremos buscando mais assuntos interessantes sobre calçados, que visam informar e descontrair nossos visitantes e amigos.

É sempre bom lembrar que este blog surgiu da falta de material bibliográfico sobre calçados, onde muitos estudantes de cursos técnicos de calçados, ou mesmo cursos superiores em moda, calçados, acessórios e até mesmo de cursos não ligados diretamente sobre o assunto, que necessitavam de informações, muitas vezes bem básicas sobre calçados, mas que não as encontravam para produzirem, ou concluírem seus trabalhos escolares, logo por minha formação superior em Design de Calçados e Especialização em Criação e Gestão de Moda, através de meu site pessoal recebia muitos pedidos de informações e materiais e sempre que possível eu fornecia estas informações, tendo vista que, em minha graduação também obtive muitos problemas em conseguir este tipo de material, ou mesmo pessoas que estavam dispostas a abdicar de seu tempo para informar-me.

Assim achei mais do pertinente a criação de algo mais dinâmico, que pudesse difundir meus conhecimentos e trazer algumas informações, logo percebi que um blog, por sua fácil dinâmica de atualização poderia ser a ferramenta ideal. Surgia assim o blog Calçados… Uma Paixão Irresistível!

Um abraço a todos e espero poder contar a presença de todos neste novo ano que inicia-se.



Fábio Marcelo Espíndula

Designer de Calçados

Especialista em Criação e Gestão de Moda

As sementes da vida precisam ser semeadas com paz e amor, para assim poder gerar o alimento, que precisamos para viver.

Viver com alegria, coragem e determinação, para seguir adiante.

Viver o presente, com sabedoria e plenitude, para que o ontem seja um sonho de felicidade e cada amanhã, uma visão de esperança.

Um Feliz Natal com muito amor no coração!

 

Além da qualidade, o design é um dos principais fatores que diferencia um produto no mercado. Um projeto inovador e bem conduzido desperta o interesse do consumidor e pode gerar clientes fiéis ao produto e à marca. Porém, para alcançar o sucesso, há um longo caminho a percorrer. O processo criativo do designer é apenas uma das etapa para transmitir ao consumidor todos os valores e atributos pelos quais um produto deseja ser reconhecido. É preciso entender o que o consumidor quer e como alcançá-lo de forma eficaz, atraindo-o pelo design e conquistando-o pela qualidade. A criação deve e precisa vir de fora para dentro.

Em um mundo cada vez mais globalizado, com lançamento e novidades vindas de todos os cantos do mundo, despertar a atenção do consumidor e fidelizá-lo a um produto ou uma marca é um grande desafio. E, por isto, é preciso conhecê-lo muito bem antes de propor qualquer nova experiência. De nada adianta um celular com tecnologia de última geração, que traz todo suporte para usar as redes sociais, se o teclado ou a tela do aparelho são ruins de manusear e visualizar. A inovação deve passar pela empatia com o consumidor e a criação tem que enxergá-lo como parte do processo de desenvolvimento de um produto ou de um serviço.

Os designers estudam ergonomia, conversam com mulheres, homens, adolescentes, crianças para saber as suas opiniões sobre diversos temas e aspectos. É a partir destes contatos e estudos que conseguem saber o que as pessoas pensam, quais são seus desejos e as suas necessidades atuais e futuras. Antes de lançar um produto novo ou criar a sua identidade visual, é preciso visitar os locais onde o consumidor está e observar o seu comportamento. Supermercados, lojas de conveniências, home centers, feiras e shoppings são alguns dos locais onde podemos observar porque o cliente optou pelo produto “X” e não “Y”. Trata-se de um trabalho meticuloso de investigação.

Em algumas oportunidades, cheguei a abordar e conversar com os consumidores para saber o que levou a escolha. Geralmente, a resposta é “este pareceu mais atraente; achei a embalagem interessante; o preço está bom”. O produto tem que gerar uma identificação com o consumidor, tem que transmitir as informações e os valores que deseja e precisa gerar a sensação “feito pra mim”. E tudo isto só é possível estudando os hábitos dos consumidores, os seus anseios, as qualidades e valores que adquira e o que busca em um produto.

O design funciona como uma porta de entrada para mostrar ao consumidor que o produto possui tudo que ele deseja, seja com relação à funcionalidade, à qualidade, à simplicidade, ao custo-benefício. As informações devem ser claras e o consumidor não pode ter dúvidas. Para cada público que se deseja atingir, há necessidades específicas e linguagens claras. E o designer precisa entender estas diferenças.

Claro que a qualidade do produto, seja um bem durável ou não, será comprovada pelo consumidor a partir da experiência pessoal. Porém, é o designer que o atrai e o leva à possibilidade experiência e a fidelização.

Quando falamos no mercado business-to-consumer, não podemos deixar de ressaltar que um bom atendimento e suporte também são essenciais para o sucesso de qualquer empresa e para manter a reputação do produto. Todos estes aspectos juntos ajudam a transformar o consumidor na principal ferramenta de marketing. Afinal, o boca a boca continua sendo uma das formas mais eficazes de aumentar as vendas e torná-lo desejável e necessário.

Agora, fica a dica: invista na pesquisa junto ao consumidor e tenha um canal aberto para escutar sua opinião.

Por Angelo Garcia, diretor da Cauduro Associados, empresa especializada em Branding e Design

Publicada em 21/12/2010 – Redação Exclusivo On Line

http://www.exclusivo.com.br/Noticias/59374/Artigo:-O-design-de-produto-e-o-consumidor.eol