Tipos de Botas: Mocassim – Estes tipos de botas, assim como os sapatos mocassins, são oriundos da cultura dos índios peles-vermelhas da América do Norte, mas precisamente dos Estados Unidos, estes tipos de calçados tinham como única função, a de proteger os pés, fosse das baixas temperaturas, ou dos terrenos mais inóspitos.
As principais características das botas mocassins, são suas costuras nas partes superiores das gáspeas, que circundam todo, ou quase todo o peito do pé, costuras estas que ficam bem evidenciadas na parte externa dos calçados, seus canos variam de curtos a longos, que podem chegar até as alturas dos joelhos, sendo que muitos dos modelos possuem franjas nas bordas destes canos, ou outros adornos como bordados, a ampla dos canos possuem um sistema de fechamento por atacadores, sejam na parte frontal, ou lateral. Originalmente os cabedais eram confeccionados em diversos tipos de couros, com e sem flor, além de muitas utilizarem forros com peles de animais selvagens, seus solados eram rasteiros e bastante flexíveis, na maioria das vezes feitos de couro cru.
Tipos de Botas: Ugg Boot – Embora muitas vezes este tipo de bota possa a vir a ser confundida com as Mukluks/Kamiks/Inuits, este modelo tem algumas particularidades que se observadas, logo podem ser diferenciadas. Na verdade não há um consenso de quando e nem exatamente onde surgiram as Ugg Boots, uma vez que a origens deste modelo é reivindicada tanto por Austrália, quanto Nova Zelândia, mas o fato é que os aviadores da I Guerra Mundial, que encontravam-se localizados na Austrália já utilizam-se deste modelo de bota, assim como habitantes da área rural deste país, isto por volta de 1920. Embora também não haja clareza de quando iniciou-se a produção em larga escada desta bota sabe-se a Indústria Blue Mountains Ugg Boots, em 1933 deu inicio a produção deste modelo.
As principais características deste modelo está na confecção de seu cabedal, que utiliza o couro do carneiro, que por sua vez e curtido com sua lã, tendo na confecção a utilização da parte da lã utilizada na parte de dentro dos calçados, o que ajuda a manter a temperatura dos pés iguais, ou próximo a do corpo, além de afastar a umidade destes. As costuras deste cabedal ficam visíveis na parte de fora, dando a rápida impressão que o cabedal está pelo avesso. O modelo possui ainda um solado reto de borracha, sem salto, ou apenas com baixos tacões, ou ainda, apenas uma rápida elevação em forma quase imperceptível de cunha, necessário para dar uma singela elevação aos calcanhares, o que acaba por facilitar a marcha. Este tipo de bota trata-se ainda de um modelo unissex. As alturas de seus canos podem variar bastante indo de logo acima dos tornozelos até acima dos joelhos, também possuem um amplo bico arredondado e muito confortável.
O termo Ugg é comumente utilizado na Austrália e Nova Zelândia, para determinar todos estilos de botas com a características acima mencionadas, logo nestes países o nome “Ugg”, não pode ser registrada como marca, o que já não acontece em outros, onde o nome “UGG” é registrado pela Deckers Outdoor Corporation detentora da marca em mais de 100 países a nível mundial.
Em 1960, as botas Uggs tornaram-se bastante popular entre os surfistas de competição, que após as baterias das competições de surf utilizavam estas botas para manter seus pés aquecidos, assim o Surf ajudou a popularizar as botas fora da Austrália e Nova Zelândia, quando o surfista Brian Smith começou a vender as botas nos Estados Unidos, através da empresa Ugg Holdings, Inc., em 1979 e na seqüência a empresa foi adquirida pela Deckers Outdoor Corporation em 1995, botas Ugg surgiram como uma tendência da moda nos Estados Unidos, através da utilização promocional de celebridades como: Kate Hudson, Sarah Jessica Parker e Pâmela Anderson, embora Pâmela Anderson tenha renunciado botas Ugg, em 2007, ao perceber que eles eram feitos de pele de animal. As ações da Deckers, para promover os seus produtos levaram a um crescimento exponencial na popularidade da marca e reconhecimento.
As sementes da vida precisam ser semeadas com paz e amor, para assim poder gerar o alimento, que precisamos para viver.
Viver com alegria, coragem e determinação, para seguir adiante.
Viver o presente, com sabedoria e plenitude, para que o ontem seja um sonho de felicidade e cada amanhã, uma visão de esperança.
Um Feliz Natal com muito amor no coração!

Além da qualidade, o design é um dos principais fatores que diferencia um produto no mercado. Um projeto inovador e bem conduzido desperta o interesse do consumidor e pode gerar clientes fiéis ao produto e à marca. Porém, para alcançar o sucesso, há um longo caminho a percorrer. O processo criativo do designer é apenas uma das etapa para transmitir ao consumidor todos os valores e atributos pelos quais um produto deseja ser reconhecido. É preciso entender o que o consumidor quer e como alcançá-lo de forma eficaz, atraindo-o pelo design e conquistando-o pela qualidade. A criação deve e precisa vir de fora para dentro.
Em um mundo cada vez mais globalizado, com lançamento e novidades vindas de todos os cantos do mundo, despertar a atenção do consumidor e fidelizá-lo a um produto ou uma marca é um grande desafio. E, por isto, é preciso conhecê-lo muito bem antes de propor qualquer nova experiência. De nada adianta um celular com tecnologia de última geração, que traz todo suporte para usar as redes sociais, se o teclado ou a tela do aparelho são ruins de manusear e visualizar. A inovação deve passar pela empatia com o consumidor e a criação tem que enxergá-lo como parte do processo de desenvolvimento de um produto ou de um serviço.
Os designers estudam ergonomia, conversam com mulheres, homens, adolescentes, crianças para saber as suas opiniões sobre diversos temas e aspectos. É a partir destes contatos e estudos que conseguem saber o que as pessoas pensam, quais são seus desejos e as suas necessidades atuais e futuras. Antes de lançar um produto novo ou criar a sua identidade visual, é preciso visitar os locais onde o consumidor está e observar o seu comportamento. Supermercados, lojas de conveniências, home centers, feiras e shoppings são alguns dos locais onde podemos observar porque o cliente optou pelo produto “X” e não “Y”. Trata-se de um trabalho meticuloso de investigação.
Em algumas oportunidades, cheguei a abordar e conversar com os consumidores para saber o que levou a escolha. Geralmente, a resposta é “este pareceu mais atraente; achei a embalagem interessante; o preço está bom”. O produto tem que gerar uma identificação com o consumidor, tem que transmitir as informações e os valores que deseja e precisa gerar a sensação “feito pra mim”. E tudo isto só é possível estudando os hábitos dos consumidores, os seus anseios, as qualidades e valores que adquira e o que busca em um produto.
O design funciona como uma porta de entrada para mostrar ao consumidor que o produto possui tudo que ele deseja, seja com relação à funcionalidade, à qualidade, à simplicidade, ao custo-benefício. As informações devem ser claras e o consumidor não pode ter dúvidas. Para cada público que se deseja atingir, há necessidades específicas e linguagens claras. E o designer precisa entender estas diferenças.
Claro que a qualidade do produto, seja um bem durável ou não, será comprovada pelo consumidor a partir da experiência pessoal. Porém, é o designer que o atrai e o leva à possibilidade experiência e a fidelização.
Quando falamos no mercado business-to-consumer, não podemos deixar de ressaltar que um bom atendimento e suporte também são essenciais para o sucesso de qualquer empresa e para manter a reputação do produto. Todos estes aspectos juntos ajudam a transformar o consumidor na principal ferramenta de marketing. Afinal, o boca a boca continua sendo uma das formas mais eficazes de aumentar as vendas e torná-lo desejável e necessário.
Agora, fica a dica: invista na pesquisa junto ao consumidor e tenha um canal aberto para escutar sua opinião.
Por Angelo Garcia, diretor da Cauduro Associados, empresa especializada em Branding e Design
Publicada em 21/12/2010 – Redação Exclusivo On Line
http://www.exclusivo.com.br/Noticias/59374/Artigo:-O-design-de-produto-e-o-consumidor.eol
No mês de novembro, o saldo de empregos na indústria calçadista caiu 5 mil vagas, conforme dados da RAIS/CAGED. O presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Milton Cardoso, sustenta que esta queda no saldo está diretamente ligada ao aumento das importações de países como Malásia, Indonésia e Vietnã, que foi de 26% de janeiro a novembro deste ano.
“Embora os dados mostrem redução na importação de pares, a compra de cabedais e outras partes de calçados disparou este ano nos países que estão sendo monitorados, o que mostra indícios de triangulação, com a compra de componentes para a montagem dos calçados em solo brasileiro”, explicou. “Desta forma, as importações continuam afetando diretamente nossa indústria”, apontou Cardoso.
Nos onze meses deste ano, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o somatório de toda a importação calçados – prontos ou desmontados, o que inclui cabedais e solados – resulta em um total de 44.304.082, o que representa uma variação de 26% a mais em relação a 2009, quando foi importado um total de 35.258.988. “Estes dados são a clara evidência de que há indícios de triangulação. Em outras palavras, as empresas asiáticas que exportam grandes volumes para o Brasil se utilizam da venda de calçados desmontados para driblar a aplicação do direito antidumping, que atualmente é aplicado somente ao calçado pronto”, esclareceu o dirigente.
A Abicalçados está finalizando a petição, a ser entregue ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) para a inclusão dos calçados desmontados no regime de aplicação de direito antidumping.
Publicada em 17/12/2010 – Redação Exclusivo On Line
http://www.exclusivo.com.br/Noticias/59364/Setor-calçadista-registra-queda-nos-empregos.eol
Tipos de Botas: Engineer ou Motorcycle /Motociclista ou Motoqueiro – Este tipo de bota passou a ser utilizada por volta da década de 1950, mas entre seus diversos modelos, o modelo mais tradicional pode-se dizer que este tipo de bota é uma descendente direta da Riding Boot, ou Bota de Montaria/Equitação datado do Período Barroco, entre meados do século XVI e meados do século XVIII.
Desde a década de 1950 surgiram muitas variações deste modelo, com o intuito de adaptar estas botas aos diversos esportes que utilizam motocicletas e fazem necessidade das botas para proteção do usuário, assim surgiram:
Olá!
Mais uma vez estamos aqui para trazer uma série de três vídeos, que retratam o processo produtivo dos calçados femininos de forma mais abrangente e bem didática, em uma fábrica de calçados nacional de médio porte. Os vídeos foram muito bem produzidos, no que tange a mostra do processo produtivo calçadista.
É sempre bom ressaltar que os processos produtivos dos calçados variam conforme o segmento e tipo de calçados, logo podem ser acrescentados algumas etapas, ou retiradas algumas outras, pois o processo produtivo dos calçados é bastante complexo e tem como característica marcante um fluxo de produção descontínuo com etapas bastante distintas.
Está série de vídeos foram retirados do canal tvunibh, no Youtube (TV UNIBH CANAL 12 NET E 14 OITV – BELO HORIZONTE).
Espero que seja de alguma valia e que gostem deste material.
Parte 1/3
Processo produtivo dos calçados femininos de forma mais abrangente e bem didática, em uma fábrica de calçados nacional de médio porte.
Parte 2/3
Processo produtivo dos calçados femininos de forma mais abrangente e bem didática, em uma fábrica de calçados nacional de médio porte.