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Calçados… Uma Paixão Irresistível!

O 1º e maior blog sobre calçados da internet brasileira…

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Archive for December, 2010

 

Tipos de Botas: Mocassim – Estes tipos de botas, assim como os sapatos mocassins, são oriundos da cultura dos índios peles-vermelhas da América do Norte, mas precisamente dos Estados Unidos, estes tipos de calçados tinham como única função, a de proteger os pés, fosse das baixas temperaturas, ou dos terrenos mais inóspitos.

As principais características das botas mocassins, são suas costuras nas partes superiores das gáspeas, que circundam todo, ou quase todo o peito do pé, costuras estas que ficam bem evidenciadas na parte externa dos calçados, seus canos variam de curtos a longos, que podem chegar até as alturas dos joelhos, sendo que muitos dos modelos possuem franjas nas bordas destes canos, ou outros adornos como bordados, a ampla dos canos possuem um sistema de fechamento por atacadores, sejam na parte frontal, ou lateral. Originalmente os cabedais eram confeccionados em diversos tipos de couros, com e sem flor, além de muitas utilizarem forros com peles de animais selvagens, seus solados eram rasteiros e bastante flexíveis, na maioria das vezes feitos de couro cru.

 











Tipos de Botas: Ugg Boot – Embora muitas vezes este tipo de bota possa a vir a ser confundida com as Mukluks/Kamiks/Inuits, este modelo tem algumas particularidades que se observadas, logo podem ser diferenciadas. Na verdade não há um consenso de quando e nem exatamente onde surgiram as Ugg Boots, uma vez que a origens deste modelo é reivindicada tanto por Austrália, quanto Nova Zelândia, mas o fato é que os aviadores da I Guerra Mundial, que encontravam-se localizados na Austrália já utilizam-se deste modelo de bota, assim como habitantes da área rural deste país, isto por volta de 1920. Embora também não haja clareza de quando iniciou-se a produção em larga escada desta bota sabe-se a  Indústria Blue Mountains Ugg Boots, em 1933 deu inicio a produção deste modelo.

As principais características deste modelo está na confecção de seu cabedal, que utiliza o couro do carneiro, que por sua vez e curtido com sua lã, tendo na confecção a utilização da parte da lã utilizada na parte de dentro dos calçados, o que ajuda a manter a temperatura dos pés iguais, ou próximo a do corpo, além de afastar a umidade destes. As costuras deste cabedal ficam visíveis na parte de fora, dando a rápida impressão que o cabedal está pelo avesso. O modelo possui ainda um solado reto de borracha, sem salto, ou apenas com baixos tacões, ou ainda, apenas uma rápida elevação em forma quase imperceptível de cunha, necessário para dar uma singela elevação aos calcanhares, o que acaba por facilitar a marcha. Este tipo de bota trata-se ainda de um modelo unissex. As alturas de seus canos podem variar bastante indo de logo acima dos tornozelos até acima dos joelhos, também possuem um amplo bico arredondado e muito confortável.

O termo Ugg é comumente utilizado na Austrália e Nova Zelândia, para determinar todos estilos de botas com a características acima mencionadas, logo nestes países o nome “Ugg”, não pode ser registrada como marca, o que já não acontece em outros, onde o nome “UGG” é registrado pela Deckers Outdoor Corporation detentora da marca em mais de 100 países a nível mundial.

Em 1960, as botas Uggs tornaram-se bastante popular entre os surfistas de competição, que após as baterias das competições de surf utilizavam estas botas para manter seus pés aquecidos, assim o Surf ajudou a popularizar as botas fora da Austrália e Nova Zelândia, quando o surfista Brian Smith começou a vender as botas nos Estados Unidos, através da empresa Ugg Holdings, Inc., em 1979 e na seqüência a empresa foi adquirida pela Deckers Outdoor Corporation em 1995, botas Ugg surgiram como uma tendência da moda nos Estados Unidos, através da utilização promocional de celebridades como: Kate Hudson, Sarah Jessica Parker e Pâmela Anderson, embora Pâmela Anderson tenha renunciado  botas Ugg, em 2007, ao perceber que eles eram feitos de pele de animal. As ações da Deckers, para promover os seus produtos levaram a um crescimento exponencial na popularidade da marca e reconhecimento.

 











As sementes da vida precisam ser semeadas com paz e amor, para assim poder gerar o alimento, que precisamos para viver.

Viver com alegria, coragem e determinação, para seguir adiante.

Viver o presente, com sabedoria e plenitude, para que o ontem seja um sonho de felicidade e cada amanhã, uma visão de esperança.

Um Feliz Natal com muito amor no coração!

 

 











Além da qualidade, o design é um dos principais fatores que diferencia um produto no mercado. Um projeto inovador e bem conduzido desperta o interesse do consumidor e pode gerar clientes fiéis ao produto e à marca. Porém, para alcançar o sucesso, há um longo caminho a percorrer. O processo criativo do designer é apenas uma das etapa para transmitir ao consumidor todos os valores e atributos pelos quais um produto deseja ser reconhecido. É preciso entender o que o consumidor quer e como alcançá-lo de forma eficaz, atraindo-o pelo design e conquistando-o pela qualidade. A criação deve e precisa vir de fora para dentro.

Em um mundo cada vez mais globalizado, com lançamento e novidades vindas de todos os cantos do mundo, despertar a atenção do consumidor e fidelizá-lo a um produto ou uma marca é um grande desafio. E, por isto, é preciso conhecê-lo muito bem antes de propor qualquer nova experiência. De nada adianta um celular com tecnologia de última geração, que traz todo suporte para usar as redes sociais, se o teclado ou a tela do aparelho são ruins de manusear e visualizar. A inovação deve passar pela empatia com o consumidor e a criação tem que enxergá-lo como parte do processo de desenvolvimento de um produto ou de um serviço.

Os designers estudam ergonomia, conversam com mulheres, homens, adolescentes, crianças para saber as suas opiniões sobre diversos temas e aspectos. É a partir destes contatos e estudos que conseguem saber o que as pessoas pensam, quais são seus desejos e as suas necessidades atuais e futuras. Antes de lançar um produto novo ou criar a sua identidade visual, é preciso visitar os locais onde o consumidor está e observar o seu comportamento. Supermercados, lojas de conveniências, home centers, feiras e shoppings são alguns dos locais onde podemos observar porque o cliente optou pelo produto “X” e não “Y”. Trata-se de um trabalho meticuloso de investigação.

Em algumas oportunidades, cheguei a abordar e conversar com os consumidores para saber o que levou a escolha. Geralmente, a resposta é “este pareceu mais atraente; achei a embalagem interessante; o preço está bom”. O produto tem que gerar uma identificação com o consumidor, tem que transmitir as informações e os valores que deseja e precisa gerar a sensação “feito pra mim”. E tudo isto só é possível estudando os hábitos dos consumidores, os seus anseios, as qualidades e valores que adquira e o que busca em um produto.

O design funciona como uma porta de entrada para mostrar ao consumidor que o produto possui tudo que ele deseja, seja com relação à funcionalidade, à qualidade, à simplicidade, ao custo-benefício. As informações devem ser claras e o consumidor não pode ter dúvidas. Para cada público que se deseja atingir, há necessidades específicas e linguagens claras. E o designer precisa entender estas diferenças.

Claro que a qualidade do produto, seja um bem durável ou não, será comprovada pelo consumidor a partir da experiência pessoal. Porém, é o designer que o atrai e o leva à possibilidade experiência e a fidelização.

Quando falamos no mercado business-to-consumer, não podemos deixar de ressaltar que um bom atendimento e suporte também são essenciais para o sucesso de qualquer empresa e para manter a reputação do produto. Todos estes aspectos juntos ajudam a transformar o consumidor na principal ferramenta de marketing. Afinal, o boca a boca continua sendo uma das formas mais eficazes de aumentar as vendas e torná-lo desejável e necessário.

Agora, fica a dica: invista na pesquisa junto ao consumidor e tenha um canal aberto para escutar sua opinião.

Por Angelo Garcia, diretor da Cauduro Associados, empresa especializada em Branding e Design

Publicada em 21/12/2010 – Redação Exclusivo On Line

http://www.exclusivo.com.br/Noticias/59374/Artigo:-O-design-de-produto-e-o-consumidor.eol

 












No mês de novembro, o saldo de empregos na indústria calçadista caiu 5 mil vagas, conforme dados da RAIS/CAGED. O presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Milton Cardoso, sustenta que esta queda no saldo está diretamente ligada ao aumento das importações de países como Malásia, Indonésia e Vietnã, que foi de 26% de janeiro a novembro deste ano.

“Embora os dados mostrem redução na importação de pares, a compra de cabedais e outras partes de calçados disparou este ano nos países que estão sendo monitorados, o que mostra indícios de triangulação, com a compra de componentes para a montagem dos calçados em solo brasileiro”, explicou. “Desta forma, as importações continuam afetando diretamente nossa indústria”, apontou Cardoso.

Nos onze meses deste ano, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o somatório de toda a importação calçados – prontos ou desmontados, o que inclui cabedais e solados – resulta em um total de 44.304.082, o que representa uma variação de 26% a mais em relação a 2009, quando foi importado um total de 35.258.988. “Estes dados são a clara evidência de que há indícios de triangulação. Em outras palavras, as empresas asiáticas que exportam grandes volumes para o Brasil se utilizam da venda de calçados desmontados para driblar a aplicação do direito antidumping, que atualmente é aplicado somente ao calçado pronto”, esclareceu o dirigente.

A Abicalçados está finalizando a petição, a ser entregue ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) para a inclusão dos calçados desmontados no regime de aplicação de direito antidumping.

Publicada em 17/12/2010 – Redação Exclusivo On Line

http://www.exclusivo.com.br/Noticias/59364/Setor-calçadista-registra-queda-nos-empregos.eol

 











Tipos de Botas: Engineer ou Motorcycle /Motociclista ou Motoqueiro – Este tipo de bota passou a ser utilizada por volta da década de 1950, mas entre seus diversos modelos, o modelo mais tradicional pode-se dizer que este tipo de bota é uma descendente direta da Riding Boot, ou Bota de Montaria/Equitação datado do Período Barroco, entre meados do século XVI e meados do século XVIII.

Desde a década de 1950 surgiram muitas variações deste modelo, com o intuito de adaptar estas botas aos diversos esportes que utilizam motocicletas e fazem necessidade das botas para proteção do usuário, assim surgiram:

  • Engineer ou Motorcycle / Engenheiro ou Motociclista – Modelo original utilizado desde a década de 1950, onde seus canos possuíam em torno de 30 cm, bicos arredondados, os solados possuem saltos, ou tacões que geralmente não ultrapassam os 2,5 cm, estes saltos, ou tacões facilitam o encaixe dos pés nos estribos da motocicleta, impedindo que os pés escorreguem dificultando o equilíbrio do motociclista, geralmente os cabedais destes modelos são compostos por 3 partes, uma longa gáspea, traseiro e cano e são confeccionados em espessos couros quase sempre impermeáveis, para proteger as pernas e os pés do calor do motor, da chuva, de impactos e atritos, seu fechamento dá-se geralmente por correias afiveladas ajustáveis, não havendo a incidência de atacadores (cadarços), a fim de evitar o entrelaçamento em peças da motocicleta.

 

  • Racing Boots ou Botas de Corrida – Modelo projetado para corridas de motocicleta em pavimentação rígida (pista de corrida em asfalto ou concreto), seus canos geralmente têm entre 25 e 35 cm de altura, sendo estas confeccionadas em um misto de couro, metal, plástico e outros materiais que possam possibilitar o melhor encaixe entre pés, botas e motocicleta da forma mais confortável e segura possível, estes modelos não utilizam-se saltos e sim de solas únicas injetadas e antiderrapantes, já com a elevação necessária para os calcanhares. Nestes modelos há inúmeras partes blindadas superiores a qualquer outro tipo de bota, isso devido ao grande potencial de lesões proporcionado pela alta velocidade da atividade esportiva. Os fechamentos destes modelos dão-se por velcros nas laterais internas dos canos. A cor mais utilizada nestas botas é a preta, mas há inúmeras cores utilizadas, geralmente em detalhes, ou mesmo em todo o cabedal, uma vez que muitos procuram personalizar suas botas tais quais suas motocicletas.

 

  • Touring Boots ou Streets Boots / Botas de Turismo ou Botas de Rua – Modelo projetado especificamente para andar de motocicleta em pavimentos rígidos (rodovias ou estradas de asfalto, concreto ou similar), seus canos geralmente têm entre 25 e 35 cm de altura, sendo estas confeccionadas em um misto de couro, metal, borracha, plástico e tecidos artificiais que possam possibilitar o melhor encaixe entre pés, botas e motocicleta da forma mais confortável e segura possível, estes modelos não utilizam-se saltos e sim de solas únicas injetadas e antiderrapantes, já com a elevação necessária para os calcanhares. Nestes modelos não existe a necessidade de tantas áreas blindadas quanto as Racing Boots, uma vez que não são dedicadas as pistas, mas sim as estradas e rodovias. Os fechamentos destes modelos dão-se por velcros nas laterais internas dos canos. Em relação às cores, estas botas são bem mais discretas dos que as botas de corrida, sendo estas quase na suas totalidades pretas.

 

  • Motocross Boots / Botas de Motocross – Modelo projetado especialmente para Off-Road, Motocross (fora das estradas, ou todo tipo de terreno). Como estas botas são indicadas para o motociclismo em terrenos inóspitos, estando o usuário sujeito a galhos, pedras, terra e outros fragmentos que podem ferir não apenas os pés, mas também as pernas, estas botas são geralmente bem mais rígidas do que qualquer outro modelo de bota destinado ao motociclismo, assim sendo estas botas tem seu cano quase até a altura dos joelhos, ou seja, em torno de 40 cm de altura e são confeccionadas a partir de uma combinação de couro, metal, borracha e outros materiais sintéticos como plásticos e outros polímeros, a fim de proporcionar uma forma bem justa e confortável e não menos firme, os fechamentos destas botas se dão verticalmente e na parte externa do dano, por meio 4, ou 5 de tiras, ou correias ajustáveis com fivelas, ou outros mecanismos de fechamentos mais rápidos e práticos, neste modelo também há várias parte blindadas como bicos, traseiros e partes frontais dos canos, além saltos baixos que não ultrapassam os 2 cm, as bordas das solas geralmente são protegidas por chapas metálicas parafusadas aos solados. As cores mais comuns destas botas são as pretas ou brancas, mas outras cores como vermelho, azul, amarelo e verde (possivelmente combinado com preto ou branco), também estão disponíveis, muitos pilotos às vezes optam por usar botas brancas por que são mais facilmente visíveis.

 

  • Police Boots / Botas de Policiais – Modelo projetado para policiais motociclistas e são as mais semelhantes às Riding Boots, ou Botas de Montaria/Equitação, onde seus canos entre 45 e 53 cm costumam alcançar as alturas dos joelhos, os solados são produzidos em densa borracha e com saltos, ou tacões que geralmente não ultrapassam os 2,5 cm, estes saltos, ou tacões facilitam o encaixe dos pés nos estribos da motocicleta, impedindo que os pés escorreguem dificultando o equilíbrio do motociclista, os cabedais são confeccionados em couro natural espesso, mas maleáveis de alto brilho, sendo compostos por 3 partes, uma ampla gáspea, traseiro e um longo cano, este cabedal é impermeável e protege contra as águas de chuvas e poças, além de proteger contra o calor exalado do motor, atritos e impactos, seus fechamentos dão-se geralmente por correias afiveladas nos topos dos canos. As botas fazem parte do uniforme do policial motociclista e um exemplo bem claro deste tipo de bota pode ser visto no seriado policial transmitido pela televisão nas décadas de 1970 a 1980 “CHiPs”.

 

  • Harness Boots – Modelo muito semelhante ao Engineer ou Motorcycle, muito utilizado na década de 1960, inspiradas nas botas de biqueira quadrada utilizadas pelo saldados norte-americanos na Guerra Civil do século XIX, tendo variações consideráveis nas alturas de seus canos, entre 25 e 95 cm, porém sendo a incidência maior entre 25 e 45 cm. O modelo tem como principal finalidade a de proteger os pés e pernas do motociclista, logo são produzidas em couros espessos e maleáveis, que dificultam a transmissão do calor gerado pelo escapamento e bloco do motor, o modelo possui ainda uma biqueira angular de aço revestida pelo couro do cabedal e seu forro, além de hastes de aço no traseiro, ao contrário de Engineer Boot, que tem tiras, ou cintas de couro ajustáveis por fivelas através do tornozelo, as Harness Boot possui um cinto não-ajustável no tornozelo de quatro tiras de couro e duas argolas de metal, uma tira atravessa a parte superior do pé no tornozelo, outra tira envolve a parte traseira do o pé no tornozelo e duas tiras de elevação mais exclusiva de cada lado do tornozelo, sendo estas quatro tiras atadas no lugar por dois anéis de metais, que estão localizados em cada lado do tornozelo. Os solados são geralmente produzidos em densa borracha e podem estar relativamente planos ou sobre saltos, ou tacões que não ultrapassam a altura de 2,5 cm podem ser tratorados, para uma melhor tração. As botas na quase totalidade são pretas e são muito populares entre os pilotos de Harley-Davidson e outras motos do estilo, entre membros da cena heavy metal e na sub cultura do couro.

 











Olá!

Mais uma vez estamos aqui para trazer uma série de três vídeos, que retratam o processo produtivo dos calçados femininos de forma mais abrangente e bem didática, em uma fábrica de calçados nacional de médio porte. Os vídeos foram muito bem produzidos, no que tange a mostra do processo produtivo calçadista.

É sempre bom ressaltar que os processos produtivos dos calçados variam conforme o segmento e tipo de calçados, logo podem ser acrescentados algumas etapas, ou retiradas algumas outras, pois o processo produtivo dos calçados é bastante complexo e tem como característica marcante um fluxo de produção descontínuo com etapas bastante distintas.

Está série de vídeos foram retirados do canal tvunibh, no Youtube (TV UNIBH CANAL 12 NET E 14 OITV – BELO HORIZONTE).

Espero que seja de alguma valia e que gostem deste material.

 











Parte 1/3

Processo produtivo dos calçados femininos de forma mais abrangente e bem didática, em uma fábrica de calçados nacional de médio porte.

 











Parte 2/3

Processo produtivo dos calçados femininos de forma mais abrangente e bem didática, em uma fábrica de calçados nacional de médio porte.